É
um problema existir diferenças
nos nomes das categorias em cada
evento, pois desta forma desnorteia
o competidor em qual ele deve
participar.
Existem diversos casos de num
campeonato um skatista competir
no Amador 2 e noutro de Iniciante,
pois neste evento não existia
o Amador 2, apenas a categoria
Amador.
Como o skatista não sente
preparado para concorrer com os
melhores amadores, acaba fatalmente
optando em concorrer na Iniciante,
em prejuízo aos verdadeiros
competidores desta categoria.
Portanto com o intuito de solucionar
esta questão a Confederação
Brasileira de Skate (CBSk) estabeleceu
uma norma denominado PADRONIZAÇÃO
DA NOMENCLATURA DAS CATEGORIAS.
Assim os promotores/realizadores/organizadores
de competições de
Skate devem respeitar esta norma,
sendo que as categorias passam
a ter a seguinte nomenclatura
conforme abaixo:
Feminino
2
(meninas independente de sua
idade e que podem competir nesta
categoria por até 2 anos)
Feminino 1
(meninas independente
de sua idade e que competiram
por mais de 2 anos no Feminino
2)
Infantil
(meninos com no máximo
10 anos de idade ou até
5 anos competindo nesta categoria)
Mirim
(meninos entre 11 e 13 anos
ou com no máximo 3 anos
de participação
nesta categoria)
Iniciante
(rapazes acima de 14
anos de idade ou com no máximo
4 anos concorrendo nesta categoria)
Amador 2
(com no máximo
5 anos competindo nesta categoria,
independente da idade)
Amador 1
(rapazes independente
de sua idade e que competiram
por mais de 5 anos na Amador 2)
Master (homens com idade entre
30 e 34 anos)
Grand Master (homens com idade
entre 35 e 39 anos)
Legend (homens com idade acima
de 40 anos)
Esclarecemos
que esta padronização
surgiu porque a maioria dos Estados
brasileiros já a utilizam,
facilitando a assimilação
pelo restante.
Lógico que não será
obrigatória a inclusão
de todas estas categorias numa
competição, mas
deverá ser respeitado a
nomenclatura. Exemplo disto seria
um torneio com as categorias Feminino
1, Iniciante, Amador 2 e Amador
1 e outro com Feminino 2 e 1,
Infantil e Mirim, ou ainda outro
com Mirim, Iniciante, Amador 2
e Amador 1, estes casos são
aceitados.
Já
um campeonato tendo Amador 1,
Iniciante, Mirim e Feminino 2
acarretará confusão
para os skatistas da Amador 2
e Feminino 1, pois estes ficariam
na dúvida quanto a categoria
a disputar e fatalmente concorreriam
numa diferente aquela habitualmente
que participam. Porém se
num torneio os organizadores disponibilizam
as categorias, por exemplo, Feminino
1, Amador 2 e Amador 1, os infantis,
mirins e iniciantes podem correr
no Amador 2 sem prejuízo
de terem que permanecerem nesta
categoria a partir desta data.
O mesmo ocorre com as meninas
do Feminino 2 que poderiam neste
caso participar juntos no Feminino
1 sem serem obrigadas a subirem
de categoria.
Também
há necessidade de verificar
e fiscalizar se realmente o participante
faz parte da categoria que ele
pleiteia.
Desta forma estaremos evitando
o desestímulo dos competidores
das categorias de base em estarem
disputando com skatistas de nível
superior aos deles injustamente.
A
intenção da Confederação
Brasileira de Skate é que
gradativamente este padrão
de nomenclatura seja aceito pelos
promotores/realizadores/organizadores
de eventos, principalmente por
aqueles que procuram a CBSk para
oficializar seus circuitos amadores.
Sentimos
uma maior resistência de
utilizar esta nomenclatura pelos
responsáveis de competições
no Estado de São Paulo
e Espírito Santo, pois
até o Nordeste já
assimilou após 3 anos de
campanha.
Mas de qualquer forma acreditamos
que em breve todos estarão
descobrindo os benefícios
desta padronização.